1994 - O apoio à sétima arte

Em 1994, a Petrobras teve papel fundamental na retomada do cinema brasileiro ao patrocinar Carlota Joaquina, filme de Carla Carmurati, lançado no ano seguinte. Era o recomeço da indústria cinematográfica nacional praticamente extinta nas duas décadas anteriores. O país, capaz de produzir cineastas com Glauber Rocha e realizar longas premiados internacionalmente como Deus e o Diabo na Terra do Sol e Terra em Transe, reencontra o grande público com produções de alta qualidade.

Cerca de 1,3 milhão de pessoas assistiram Carlota Joaquina, em 1995. Além das salas de cinema, os espectadores puderam conferir o bem humorado retrato da família real portuguesa em caravanas que promoveram sessões de rua em localidades que não contavam com salas de exibição.

A qualidade voltou a ser uma marca registrada da indústria cinematográfica brasileira. O filme Tropa de Elite, em 2008, ganhou o Urso de Ouro no festival de Berlim. Estima-se que 11 milhões de brasileiros tenham visto o longa dirigido por José Padilha antes da estreia – número que se soma aos mais de 2,4 milhões de espectadores que encheram as salas de cinema. A continuação do filme, lançada em 2010, foi vista nas telonas por cerca de 11 milhões de pessoas. E Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles, foi escolhido pela revista norte-americana Time como um dos 100 melhores filmes da história do cinema e visto por 3,5 milhões de espectadores.

Atualmente: a Petrobras já ultrapassa a marca de 500 filmes longa-metragem patrocinados e também apoia mais de 20 festivais de cinema por ano em todas as regiões do país, contribuindo para a formação de novas plateias, além de estimular a reflexão sobre o cinema nacional.

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