1985 – Recorde mundial de completação submarina

Em 1985, a Petrobras, mais uma vez, inova em profundidades a que nenhuma outra empresa no mundo ousou chegar. A companhia foi a primeira a realizar uma completação submarina (processo para colocar o poço em produção) sem a utilização de mergulho humano em profundidade de água de 383 metros. Mais um recorde mundial alcançado nas águas da Bacia de Campos.

No campo de Marimba, em 1988, a empresa supera o próprio recorde ao realizar o mesmo procedimento a 492 metros de profundidade de água. A companhia havia desenvolvido soluções tecnológicas para ir a profundidades onde apenas as máquinas conseguiriam chegar.

O campo Cottonwood, no Golfo do México, em águas de 670 metros de profundidade, foi o primeiro da companhia com equipamentos e sistemas submarinos capazes de operar com alta pressão. Os dois poços foram interligados a uma plataforma de produção fixa. Situada a 27 quilômetros de distância por meio de dois dutos de produção e de um cabo umbilical de controle e injeção de produtos químicos. A produção de Cottonwood marca o retorno da Petrobras como operadora de campos em produção no Golfo do México.

Entre um recorde e outro, mais inovações. A empresa lançou, em 1990, o primeiro veículo submarino com controle remoto fabricado no Brasil e realizou a perfuração do primeiro poço horizontal na Bacia de Campos.

Atualmente: a Petrobras é líder mundial em tecnologia de exploração em águas profundas. A companhia bateu, ao longo das duas últimas décadas, sucessivos recordes de profundidade.

O primeiro recorde mundial da Petrobras de exploração em águas profundas já faz 23 anos. Foi alcançado no Campo de Marlim, em 1992, quando entra em produção um poço com profundidade d'água de 781 metros. Em 2000, a companhia produz petróleo a 1.877 metros. Em 2005, chega à marca de 6.915 metros.

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