1975 – Na busca por um combustível alternativo

A partir do chamado “Choque do Petróleo” na década de 70, com a criação da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e o conturbado cenário político de importantes produtores, o mundo começa a busca por um combustível alternativo. Ao fim da guerra árabe-israelense, em 1973, o preço do barril de petróleo, que custava cerca de US$ 2, passa a valer US$ 11 (hoje está em torno de US$ 100). É o fim da era do petróleo barato. Neste momento de crise internacional, o Brasil cria, em 1975, o Programa Nacional do Álcool (Pró-Álcool). A proposta é a substituição em larga escala dos derivados de combustíveis veiculares de derivados de petróleo por etanol.

A substituição de gasolina por álcool etílico reduziu em 10 milhões de automóveis a frota que rodava com gasolina no Brasil, diminuindo a dependência do país do petróleo importado.

Atualmente: a Petrobras Biocombustível é uma das maiores produtoras de etanol e biodiesel do País. No setor de etanol, tem participação em 10 usinas, com capacidade de produzir 1,3 bilhão de litros de etanol por ano. No biodiesel, opera três usinas próprias e duas em parceria, que juntas apresentam capacidade de 821 milhões de litros/ano. A companhia também desenvolve o projeto de engenharia para a implantação, em 2015, de sua primeira usina de produção comercial de etanol de segunda geração. Implementa ainda projeto de green diesel no estado do Pará que utilizará óleo de palma como matéria-prima.

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